CATSU 2026: A Celebração da Cultura Geek no Triângulo Mineiro
No último final de semana, Uberlândia reuniu cosplayers, gamers, artistas, dubladores, criadores de conteúdo, show de animes e fãs de diferentes universos da cultura pop no Triângulo Mineiro.
Por Werttyson | Revista UdiCult
Uberlândia voltou a ser palco de um dos grandes encontros da cultura geek de Minas Gerais. Nos dias 15 e 16 de agosto, o Castelli Eventos recebeu a CATSU 2026, reunindo fãs de animês, games, cosplay, música, cultura pop e do universo geek em uma programação que ocupou os mais diversos espaços do evento.
Em meio a palcos, campeonatos, apresentações, encontros com artistas e centenas de personagens diferentes, registrar um pouco dessa experiência e mostrar a diversidade de uma comunidade que cresce cada vez mais no Triângulo Mineiro.

Primeiro dia — O primeiro contato com a energia da CATSU
Logo na chegada, era possível perceber a atmosfera diferente que toma conta de um evento como a CATSU. Fãs circulando pelos espaços, com muitos personagens, gamers disputando partidas e diversas atividades acontecendo simultaneamente.
No primeiro palco, o público já encontrava uma programação movimentada, com áreas de jogos de realidade virtual e muita música do gênero de k-pop. Próximo dali, também aconteciam os registros para o concurso de cosplay, um dos momentos mais aguardados pelos participantes.
Mas era no segundo palco que estavam alguns dos grandes destaques da programação. Entre os convidados estavam os dubladores Francisco Junior, João Cappeli e Feh Dubs, além dos criadores de conteúdo Kai e Aline, Goku Mineiro, Core e Vega Lord Maico.
A música também teve espaço garantido. O público pôde acompanhar as apresentações da Otaku no Topo e da Linkin Park Cover Brasil, levando para o palco diferentes referências que fazem parte do universo geek e da cultura pop. E tudo isso era apenas uma parte da programação. Uma das características mais marcantes da CATSU é justamente a quantidade de atividades acontecendo ao mesmo tempo.
Enquanto uma atração acontecia no palco, outros espaços recebiam concursos, campeonatos e experiências para o público. Tivemos concurso de cosplay kids, espaço Meet & Greet com artistas, dança no Just Dance e competições de games, incluindo disputas de Super Smash Bros. Ultimate e Mortal Kombat.
Para quem gosta de experiências diferentes, também houve duelos de batalha medieval, jogos de tabuleiro e até o tradicional concurso de CosPobre, porque, afinal, criatividade também é saber improvisar quando o orçamento não acompanha o tamanho do personagem.
Entre uma gravação e outra, passamos pelos espaços, registramos momentos, acompanhamos campeonatos, apresentações temáticas, música, dança e, principalmente, encontramos pessoas que fazem da cultura geek uma parte importante de suas vidas. E talvez seja justamente essa mistura que torne a CATSU tão especial: não existe apenas uma maneira de viver o evento.
Para alguns, o destaque está no cosplay. Para outros, nos games, nos dubladores, na música, no K-pop, nos artistas ou simplesmente na oportunidade de encontrar pessoas que compartilham os mesmos interesses.

Segundo dia — Quando o evento ganha ainda mais vida
No domingo, ainda havia muito mais pela frente, pois no domingo, dia 16 de agosto, os espaços estavam ainda mais movimentados. Mais público, mais cosplays, mais encontros e aquela sensação de que a CATSU havia se transformado em uma grande celebração coletiva da cultura pop.
Depois de tantas horas de gravações, caminhadas, encontros e atrações, uma coisa ficou ainda mais evidente: a CATSU não é feita apenas pelas atrações anunciadas na programação. Ela é feita pelas pessoas.
É feita pelos fãs que chegam caracterizados com seus personagens favoritos. É feita pelos cosplayers que passam meses preparando roupas, acessórios e apresentações. É feita pelos artistas que sobem ao palco e compartilham seu trabalho. É feita pelos criadores de conteúdo, gamers, músicos e todos aqueles que encontram naquele espaço uma oportunidade de expressar aquilo que gostam.
E é feita também pelo público, que dá vida a cada corredor, palco e atividade. Durante os dois dias, pudemos acompanhar justamente essa diversidade de perto. Uma celebração da cultura geek no Triângulo Mineiro
Após horas de gravações, encontros e atrações, a CATSU 2026 chegava ao fim. Ficaram as imagens, os vídeos, as músicas, as vozes marcantes dos dubladores, as performances, os cosplays e as histórias de um fim de semana inteiro dedicado à cultura pop.
Mais do que acompanhar atrações, estar na CATSU é observar como personagens, games, animês, músicas e universos que muitas vezes existem apenas nas telas, nos livros ou na imaginação conseguem criar conexões reais entre as pessoas.
Uberlândia mais uma vez recebeu essa grande celebração da cultura geek e, enquanto o evento chegava ao fim, já ficava no ar aquela pergunta inevitável: O que será que vem na próxima edição?
Para mim, fica a sensação de que dois dias são pouco para acompanhar tudo o que a CATSU tem a oferecer. Meus agradecimentos à staff da CATSU, pela confiança e pela oportunidade de realizar essa cobertura, e à Revista UdiCult, por mais um ano de parceria e por permitir que possamos registrar e compartilhar experiências que fazem parte da cultura e do entretenimento da nossa região.
A CATSU 2026 termina, mas as lembranças ficam. E, para quem vive a cultura geek com paixão, fica também a expectativa, nos vemos na próxima edição.

