Casa Thomas Jefferson une Cultura Maker e STEAM para transformar a aprendizagem do ensino em inglês
A metodologia de decorar regras gramaticais ou conceitos de forma passiva já não é utilizada como forma de aprendizado há algum tempo. Este modelo, além de não preparar os estudantes para os desafios do dia a dia, gera insegurança, ansiedade e falta de espontaneidade. Por isso, as metodologias de ensino mudaram para um formato mais ativo, investigativo e contextualizado. É nessa convergência que duas metodologias essenciais se encontram: a Cultura Maker e a abordagem STEAM (Science, Technology, Engineering, Arts and Mathematics)
Na Casa Thomas Jefferson, a integração entre o “fazer” e o “pensamento científico” não é um projeto isolado, e sim uma prática pedagógica consolidada que estrutura tanto os espaços de criação quanto os nossos programas de imersão.
O que são a Cultura Maker e o STEAM?
Embora frequentemente caminhem juntas, as duas propostas têm focos que se potencializam:
- A Cultura Maker (o fazer): guiada pelo princípio do learning by doing (aprender fazendo), estimula a curiosidade, a prototipagem e a experimentação prática. Nela, o erro deixa de ser um tabu, ele faz parte natural da testagem e do aprimoramento contínuo.
- A Abordagem STEAM (o conectar): integra cinco áreas do conhecimento (Ciências, Tecnologia, Engenharia, Artes e Matemática). Em vez de fragmentar o saber em matérias separadas, incentiva os estudantes a formularem hipóteses e resolverem problemas interdisciplinares complexos.
Quando unidas, o STEAM oferece o questionamento investigativo e a base científica, enquanto a Cultura Maker fornece a atitude, os recursos e a autonomia para colocar a ideia de pé.
A conexão entre essas metodologias se reflete em diferentes experiências formativas da instituição, como a imersão diária e a experimentação, segundo a gerente da unidade da Casa Thomas Jefferson, em Uberlândia, Vanessa Firmino. “Em vez de apenas estudar sobre a língua, os alunos também usam a língua inglesa como instrumento de investigação científica, realizando experimentos, construindo projetos artísticos e resolvendo desafios práticos enquanto constroem uma base sólida no idioma. Dessa forma, o inglês surge de forma espontânea”. Ainda segundo a diretora, os estudantes também desenvolvem as chamadas soft skills: pensamento crítico, trabalho em equipe, criatividade e resiliência diante de imprevistos. E ao unir as duas metodologias, a Casa Thomas Jefferson transforma a sala de aula em um espaço vivo de invenção e descoberta.

